Bloco Afro Bankoma 

O Bloco Afro Bankoma surgiu em 18 Abril de 2000, das oficinas socioeducativas desenvolvidas no Terreiro São Jorge Filho da Goméia, uma instituição reconhecida pelo Governo do Estado da Bahia, como Patrimônio Cultural do Estado pelo Decreto de Tombamento de Lei nº 9.071/2004, que completa no ano de 2018, 70 anos de fundação. 

Na etimologia da palavra, o termo Bankoma é de origem bantu-kikongo, que significa povo negro reunido em festa. Iniciando a sua trajetória na Micareta do bairro de Portão com cerca de 700 foliões, hoje o Bloco conta com aproximadamente 3.000 (três mil) foliões que o acompanham no Carnaval e nas restantes apresentações durante o ano. De forma única, o Bankoma traz para o circuito tradicional “Osmar”, a beleza, resistência e força do Povo de Santo, reunindo mais de 300 Terreiros de Candomblé. A instituição leva para o Carnaval como tema, a mensagem trazida pelo Nkise que rege o ano, o que traduz num instrumento importante de luta e fortalecimento deste segmento social. Ademais, o Bankoma é hoje a única instituição não sediada em Salvador a participar do carnaval desta cidade, trazendo consigo assim a representatividade e o público de toda a Região Metropolitana de Salvador (RMS) para participar do maior carnaval de rua do Mundo. 

Destaca-se ainda a formatação do Bloco, que por meio de percussão colocada em cima do trio que traz consigo os ritmos Bantu, uma ala de dança com indumentária feita à mão e produzida na comunidade ano após ano, a participação de grupos Quilombolas, Pescadores, Povos de Santo, Marisqueiras, Baianas, Capoeiristas e demais Griôs, mestres dos saber ancestral, aliados a um pano que traduz o Tema atual e preserva símbolos das comunidades de matriz africana, construído de forma conjunta e utilizado

nas fantasias dos foliões e roupas dos integrantes, configura-se numa formatação única, rica e que se destaca pela beleza e originalidade no segmento de Blocos Afros e Afoxés do Carnaval.

 

Bankoma - @afrobankomaoficial

Bloco Afro Bankoma 

Bloco Afro Bankoma was founded on April 18, 2000, originating from socio-educational workshops developed at Terreiro São Jorge Filho da Goméia, an institution recognized by the Government of the State of Bahia, as State Cultural Heritage by Law Decree No. 9.071 / 2004, and which celebrates its 70th anniversary in 2018.

Bankoma is word of bantu-kikongo origin, which means black people gathered in celebration. Beginning his career parading during the carnival at the neighborhood of Portão, with around 700 members, nowadays Bankoma has approximately 3,000 (three thousand) members who ride along with them during the carnival and other presentations during the year. Bankoma brings the beauty, resistance and strength of the Povo de Santo (Candomblé practitioners) to the traditional Osmar route, gathering more than 300 Terreiros de Candomblé. The Nkise that governs each year brings them a message which tells them the theme of their presentation during carnival, which translates into an important instrument of struggle and strengthening of this social segment. In addition, Bankoma is currently the only institution not based in Salvador to participate in the carnival of this city, bringing the representativeness and the audience of the entire Metropolitan Region of Salvador (RMS) to participate in the largest street carnival in the World.

It is also worth noting the format of Bankoma, which brings percussion drums placed on top of a truck and they feature Bantu rhythms, a dance section with handmade clothing, produced by the community year after year, the participation of groups Quilombolas, Fisherpeople, Povos de Santo, shellfish collectors, BaianasCapoeiristas and other Griots, masters of ancestral knowledge, dressed in a cloth that translates their current theme and preserves symbols of the communities of African matrix, built in communion and used in the garment of members. It is set in a unique, rich format that stands out for its beauty and originality in the segment Afro and Afoxés.

Bankoma - @afrobankomaoficial